Como prevenir sua empresa de quebrar gerindo risco

Todo empresário tem que lidar diariamente com gestão de risco, faz parte do negócio para que possa se perpetuar. Dessa forma entender quais riscos são inerentes e as formas de lidar com eles é o diferencial entre se manter no negócio ou quebrar. Nesse artigo vamos falar sobre isso.

Para falarmos sobre gestão de risco é importante algumas definições. A primeira delas é risco em si. Um risco é qualquer coisa, desconhecida ou incerta, que possa impedir o sucesso. Geralmente, um risco é qualificado pela probabilidade da ocorrência e pelo impacto que pode causar no projeto, caso ocorra.

Diante desse conceito devemos falar sobre a gestão do risco, que é o conjunto de atividades coordenadas que têm o objetivo de gerenciar e controlar uma organização em relação a potenciais ameaças, seja qual for a sua manifestação.

Diante disso temos diversas formas de gerir esse risco mas vou me concentrar nas que considero que conseguem abranger a maior parte dos cenários e possibilidades, são elas:

  • 1. Evitar o Risco

Descrição: Eliminar completamente a atividade ou situação que gera o risco.

Exemplo: Se um projeto é extremamente arriscado, a empresa pode decidir não seguir adiante com ele.

  • 2. Reduzir o Risco

Existem diversas formas de reduzir o risco, vou trazer algumas dessas ferramentas para melhor entendimento.

  • Segregar Atividades

Separar as partes do processo com objetivo que a concretização de um risco previsto faça com que todo processo seja afetado.

  • Contingenciamento

Ações a serem tomadas quando o risco é concretizado a fim de diminuir os impactos causados pelo evento. Por exemplo, extintores de incêndio caso o fato ocorra.

  • Treinamento e Capacitação

Treinar a sua equipe para que ela tenha processos a fim de evitar o risco, por exemplo dupla checagem em um processo para que evite erros.

  • Monitorar e Controlar o Risco

Usar formas de medição a fim de identificar a ocorrência do risco, os níveis de possibilidade de acontecimento. Por exemplo detectores de fumaça a fim de identificar um foco de incêndio a fim de lidar com o problema da forma mais rápida possível.

  • 3. Transferir o Risco

Descrição: Transferir a responsabilidade do risco para uma terceira parte, geralmente através de seguros ou contratos.

Exemplo: Contratar um seguro contra incêndio para proteger os ativos da empresa.

O seguro é uma forma eficiente de gestão de risco pois é muito mais previsível do que os impactos de um sinistro e proteger o patrimônio da empresa dessa  evitar o risco de um impacto que leve a empresa a não conseguir manter o negócio.

  • 4. Aceitar o Risco

Descrição: Decidir aceitar o risco quando o custo de mitigação é maior do que o impacto potencial.

Exemplo: Uma empresa pode decidir não investir em medidas de segurança adicionais para um risco que é improvável e de baixo impacto.

De modo geral aceitar uma parte dos riscos é inerente a dinâmica empresarial, existem riscos que tem pouco impacto financeiro e com baixa probabilidade de acontecer, nesses casos a aceitação desse risco se torna uma decisão mais simples. O que é importante saber é entender qual seria efetivamente o impacto desse risco por isso estar sempre medindo.

Diante do que foi falado é importante salientar que durante a atividade empresarial tomar risco é necessário pois faz parte do processo de crescimento, o que é importante é gerir esse risco tomado a fim de buscar retornos que compensem.

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